Como escolher as cores para a sua casa?

Escolher as cores da casa é um trabalho muito divertido, mas ao mesmo tempo ingrato. São tantas cores e tendências lindas disponíveis hoje que dá um nó na cabeça da gente. Se arrepender da escolha, enjoar do tom, ter retrabalho… Ou ainda, você talvez até pinte a sua parede de uma cor diferente, mas não sabe por qual caminho seguir com o restante da casa a partir disso. Isso acontece com você?

Aconteceu comigo também. O mais importante é saber que isso faz parte do processo. São poucas as pessoas que acertam de primeira. Geralmente, chegar onde realmente queremos e gostamos exige experiências, pesquisa e paciência (afinal, tem uma questão de bolso também). Mas alguns pontos podem nos ajudar bastante nisso. E aqui vão algumas dicas:

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Pinterest e Instagram são ótimas fontes de inspiração. Vá arquivando no seu celular ou no computador os ambientes preferidos até ter um número considerável de referências. Depois, analise: a maioria dos ambientes têm paredes claras e acessórios coloridos ou é tudo muito neutro? As bases são neutras e os detalhes coloridos ou o contrário? Quais cores essas imagens têm em comum? Depois dessa análise, você está apta pra escolher a tendência e o padrão que poderá ser incorporado na sua casa.

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A regra é bem simples: tudo exagerado fica over. A saída é quebrar tudo o que é demais com o inverso. Por exemplo: se a sua cozinha tem paredes claras e os eletrodomésticos e armários neutros, o colorido pode ficar por conta dos objetos. Se a sua sala de estar tem móveis cheios de cores vivas e fortes, quebre com almofadas, tapetes e itens mais neutros.
Assim, você dá respiro ao ambiente, um descanso bom para os seus olhos e evita que o local fique pesado e cansativo.

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Não é só porque a parede da sua sala é azul que todos os itens de decoração precisam destoar dessa cor. Afinal, repetir cores cria simetria, além de um design forte e preciso. Você pode ter almofadas também azuis e objetos do mesmo tom no hack da TV, na mesa de canto ou de centro, por exemplo. Nesse exemplo aqui de cima, a repetição se dá com o laranja: nas flores, quadros, almofadas, manta e mesinha de centro.Em todos os outros ambientes da casa pode ser aplicado a mesma regra!

Viu como não é nada complicado? Você só precisa de bastante pesquisa e paciência! :)

Fonte:apartamentoterapia.

Ensinando as crianças a plantar

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Cuidar das plantas e do jardim é uma tarefa que estimula o aprendizado das crianças, sabia? Elas começam a ter contato com a natureza, a saber de onde vêm os alimentos e como funciona a vida das plantas. Também ajuda a desenvolver a coordenação usando os instrumentos, além de ser relaxante pelo contato com a terra. E o melhor é que pode ser um momento de diversão e interação com a família.

Você já pensou nisso? Você pode envolver seus filhos nessa tarefa de cuidar do jardim, toda semana. Isso é muito mais gostoso na companhia das crianças! Para começar, veja algumas dicas, que tiramos do site Familia.com.br.

1) Marque com eles um dia em que estejam livres para que possam se comprometer com esta tarefa (pode ser um fim de semana ou um feriado);

2) No dia marcado, já tenha em mente o que deseja fazer: plantar novas mudas ou árvores, cuidar de algum canteiro ou aparar a grama da casa;

3) Mostre as ferramentas de jardinagem para as crianças e explique para que serve cada uma. Deixe que eles experimentem os equipamentos cuidadosamente com sua supervisão.

4) Comece pelas coisas mais fáceis. Plantar mudas, por exemplo, é algo simples e que traz bastante satisfação. Estimule a mexer na terra.

5) Ensine como plantar e explique o que aquela muda irá se tornar. Acompanhe semanalmente com seus filhos o crescimento e desenvolvimento da plantinha.

6) Peça auxílio a eles com o cuidado diário da muda que plantaram. Regá-las, por exemplo, pode ser uma tarefa das crianças, ensine que desta forma elas estarão contribuindo para que a plantinha cresça rapidamente.

7) Deixe que eles escolham a muda que querem plantar, leve-os junto na hora de comprar.

8) Toda vez que você cuidar de seu jardim, podando ou adubando, chame seus filhos para acompanhar. Observando seus cuidados e amor com as plantas eles podem desenvolver o mesmo sentimento.

9) Faça um passeio com as crianças em locais de contato com a natureza, como uma praça ou um parque. Ensine-as a valorizar cada ser vivo.

Gostaram?

Fonte:jardimdajudith

 

Vasos Quebrados no Jardim

No Blog tijolosetecidos, nos mostra possibilidades de reutilizar aqueles vasos quebrados em casa ou até mesmo quebra-los,é mais uma forma de deixar o nosso jardim charmoso com uma decoração diferenciada.

Seguem algumas ideias legais de como aproveitar vasos quebrados:

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Aqui um vaso grande quebrado serviu de base para 3 vasos menores e o resultado ficou lindo. Imagem.

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Aqui um único vaso quebrado resultou num lindo jardim. A parte que quebrou foi colocada dentro da parte maior e serviu de sustentação para o solo e para as plantas. Imagem.

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Mini-jardim com cactos, suculentas e pedrinhas feito pela Fátima.

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Dá para aproveitar também um vaso vietnamita quebrado. Imagem.

Se o vaso quebrar muito, vejam outra forma de aproveitá-lo:

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Imagem.

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Imagem.

E ainda dá para aproveitar os cacos e os pedaços menores:

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Hortelã e tomilho. Imagem.

Mais ideias de plaquinhas para horta tem aqui.

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Orégano, salsa e endro. Imagem.

Inspirem-se!

Fonte: TigoloseTecidos

Recuperação de pisos de concreto

Mesmo bem-executados e com uso correto, os pisos de concreto de fábricas e de centros logísticos podem precisar de manutenção num período de cinco a dez anos após o início de seu uso. Já pavimentos que apresentam erros de execução ou de mau uso podem apresentar patologias iniciais logo nos seis primeiros meses de operação do empreendimento.

Em geral, os pisos industriais sofrem com a carga dos equipamentos estáticos, como prensas, tornos, injetoras etc., que sobrecarregam o pavimento, geralmente num único local. Além disso, vibração dos equipamentos, variações térmicas e ataques químicos ao concreto também são apontados como causas de problemas. Já os galpões logísticos sofrem com a carga sazonal de mercadorias e com os movimentos das rodas das empilhadeiras, que são feitas de material rígido e podem desgastar o piso.

Principais patologias

Foto 1 texto 3Algumas das patologias mais comuns nos pavimentos de concreto são fissuras causadas pela retração do concreto; descamação do concreto causada pela retenção de água; e problemas de juntas, causados por tratamento inadequado ou malfeito. Veja a seguir alguns problemas e como repará-los:

Desgaste: desprendimento do material superficial do piso. A patologia é causada pela baixa resistência do concreto, cura inadequada e ações químicas. Para reparar, recomenda-se a aplicação de endurecedor.

Descamação da camada de acabamento: ocasionada pela retenção de água causada por acabamento executado prematuramente ou alto teor de ar na argamassa. Para descamação de 3 mm a 6 mm de espessura, é recomendada aplicação de argamassas poliméricas. Acima de 8 mm de espessura, usa-se argamassa modificada com polímeros.

Fissuras: fendas que aparecem paralelas às juntas, podendo ser ativas (não param de crescer) ou passivas (estanques). Elas são causadas por base irregular, reforço inadequado ou excesso de carga. Se apareceram próximas às juntas, basta selar com o mesmo material das juntas; já as fissuras mais afastadas precisam ser contidas com epóxi ou poliuretano. Para casos mais complexos, recomenda-se a costura da fissura com barras de aço e posterior fechamento com epóxi.

Especificação e contratação

É importante ressaltar que, para cada patologia, existe um procedimento diferente de recuperação. Além disso, é importante saber a origem correta do problema. O planejamento do serviço deve ser feito com o auxílio de um consultor, geralmente o próprio projetista do piso, que produz um relatório de procedimento de reparos. Nesse documento, devem constar as informações que identificam o contratante, a descrição e a metragem das patologias e os procedimentos necessários para reparação, incluindo materiais. Com esse documento em mãos, o próprio consultor realiza a cotação entre as empresas que prestam o serviço. O relatório serve ainda como vínculo de responsabilidade entre contratante e consultor, atribuindo ao consultor a escolha dos procedimentos e dos materiais para o reparo.

Informações e imagens: Revista Construção Mercado

Fonte:Casa do Concreto

Quando e como podar uma árvore?

Resumo

Podar as árvores do jardim para que elas cresçam frondosas, não fiquem presas na rede elétrica, não interfiram na circulação nem destruam telhados exige técnicas apropriadas. E há uma época adequada para não afetar o crescimento. A poda de árvores nas calçadas e em outros espaços públicos é responsabilidade da administração pública, não dos moradores, que podem ser multados se decidirem cortá-las sem autorização. Saiba quais são as recomendações para podar as árvores do seu jardim. 

Passos

 

1

Saiba qual é a espécie da árvore que você pretende podar. 
Cada espécie tem um ciclo de vida e uma função específicos. 
Identifique se é uma árvore ornamental ou frutífera.

2

Defina o tipo de poda de que a árvore precisa.

  • Poda de formação: é realizada quando a árvore é jovem para a copa atingir cerca de dois metros de altura. 
    Mantenha os três galhos mais fortes e eqüidistantes que partem do tronco principal e retire os restantes. 
    Imagine que a árvore deve ficar como uma mão que sustenta uma bandeja na ponta dos dedos.
  • Poda sanitária: é uma tarefa de manutenção. 
    Extraia todo material vegetal morto ou danificado, como galhos secos, podres, quebrados ou mal desenvolvidos, raízes deformadas, etc. 
    Lembre-se de que a estrutura principal da árvore será composta pelos três galhos escolhidos anteriormente. Você deve conservar apenas os galhos que crescerem deles na direção exterior da árvore. Isso favorecerá a entrada de ar e sol, necessários para a fotossíntese.
  • Poda incentivadora da floração e frutificação: quando a árvore já tiver com forma (de mão sustentando uma bandeja), selecione as gemas (olhos) que você acha que terão uma boa floração. 
    Retire os brotos ou vergônteas menos fortes. Assim, toda a produção da planta se concentrará nas gemas escolhidas, aumentando o tamanho das flores ou dos frutos.

3

Muitas árvores devem ser podadas no final do inverno, antes da brotação. 
Nesta época, a árvore tem suas reservas de alimentos altas, o que é essencial para gerar um sistema de defesa. Mas o melhor é se informar sobre qual é o período ideal de poda para cada tipo de árvore.

4

Não se deve podar mais de 30% do volume total da copa da árvore de uma vez. 
Uma poda exagerada pode prejudicar a árvore e fazer com que ela morra. Tudo o que for feito na copa pode interferir nas raízes e vice-versa.

5

Escolha as ferramentas adequadas para os diferentes tipos de corte. 
Você precisará de tesouras de mão, tesouras de maior alcance para galhos mais altos, serrotes, serrotes em arco e motosserra.

6

Suas ferramentas precisam estar bem afiadas e limpas, para evitar que uma planta doente contagie a outra.

7

Tome todas as medidas preventivas para evitar acidentes. 
Use arnês, luvas, capacete protetor com óculos, cordas resistentes, escada, andaimes ou cestas hidráulicas.

 

Importante

  • Antes de fazer uma poda, informe-se sobre as normas da sua cidade. Para árvores de grande porte, o melhor é contratar um serviço especializado, com experiência, ferramentas e estrutura adequadas.

Fonte: Comunidade bem simples

Bombeamento de concreto

O bombeamento de concreto é um sistema composto por uma bomba que impulsiona o material desde o caminhão até o local onde ele será aplicado. Esse transporte pode ser feito verticalmente ou horizontalmente, de acordo com as necessidades impostas pela obra. O serviço se resume nas seguintes etapas: instalar a bomba no canteiro, montar a tubulação que vai transportar o concreto até o seu ponto de aplicação, executar o bombeamento no horário combinado com a obra e finalizar o trabalho com a limpeza e remoção da tubulação.

Existem dois equipamentos diferentes que podem ser usados no bombeamento de concreto. O primeiro é a bomba estacionária, que fica parada próximo ao local da aplicação e bombeia o concreto por meio de uma tubulação fixa, que pode ser estendida se necessário. Já a bomba lança, como o próprio nome diz, é composta por uma lança móvel – acoplada ao chassi de um caminhão – que leva o tubo até o local de aplicação.

“A bomba lança tem uma limitação de altura, pois o concreto só pode ser levado até onde a lança alcança. Acima dessa altura, a empresa é obrigada a utilizar a bomba estacionária”, explica Marlon Vinícius Rocha, gerente de engenharia da Hestia Construções e Empreendimentos.

Cotações de preços e fornecedores

blogcamargoNa hora de escolher um prestador de serviços, é importante verificar com antecedência quais os trabalhos que a empresa já realizou e se a mesma possui as bombas necessárias para realizar o serviço dentro das condições específicas da obra.

A construtora deve informar à contratada itens como: altura e distância onde o concreto será aplicado, o volume de concreto necessário e a velocidade de aplicação do mesmo. Com base nessas informações, a contratada poderá indicar qual tipo de bomba é mais adequado para executar o bombeamento, mas a escolha final da máquina é feita em comum acordo com a contratante.

Normalmente, as empresas que prestam serviços de concretagem possuem equipamentos para bombear o concreto, mas caso a concreteira não tenha bomba disponível na data necessária, é possível buscar outro fornecedor para complementar o trabalho. “Pode-se comprar o concreto de uma concreteira e contratar o serviço de bombeamento de outra empresa específica”, explica Rubens Curti, especialista em concreto da Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP).

Geralmente, é necessário agendar a concretagem e o bombeamento com 30 dias de antecedência; o pagamento pode ser realizado após o término do serviço ou de acordo com o andamento do mesmo. Tudo isso deve estar bem definido no contrato.

Logística

É responsabilidade da contratada transportar o equipamento até o local onde será feita a concretagem, instalar a bomba, montar a tubulação e, em seguida, desmontá-la. Por outro lado, a construtora fica encarregada de preparar o canteiro. É importante que o lugar esteja servido de pontos de energia elétrica. É necessário também viabilizar o acesso das bombas até o local de aplicação.

Nos casos em que o terreno tiver muito barro, é preciso preparar o piso para que o caminhão não atole. “Se a bomba ficar na rua, é preciso solicitar a autorização do órgão da prefeitura para que a contratada estacione em frente à obra. A partir daí, toda a responsabilidade é da empresa contratada”, ressalta Marlon Rocha.

Cuidados gerais

Após o teste realizado no momento em que a bomba chega ao canteiro, se for verificado que a máquina tem algum problema, a contratada deverá arcar com o concreto desperdiçado nos caminhões. Já a limpeza dos resíduos – como nata de concreto – provenientes do serviço deve ser feita pela contratante, mas esse ponto também deve ser claramente especificado em contrato.

Normas técnicas importantes sobre bombeamento de concreto: NBR 14.931:2004 – Execução de Estruturas de Concreto – Procedimento; NBR 8.953:2009 Versão Corrigida: 2011 – Concreto para Fins Estruturais – Classificação pela Massa Específica, por grupos de resistência e consistência.

Fonte:Casa do Concreto

 

CASA PRÉ-MOLDADA SURGE COMO ALTERNATIVA EM MEIO AO LUXO DOS PROJETOS VERTICAIS.

Em meio ao crescente mercado imobiliário, com a tendência sem volta dos luxuosos condomínios verticais, e com preços que favorecem cada vez menos o cidadão de baixa renda, uma nova alternativa começa a ser apresentada a quem está em busca da realização do tão sonhado projeto da casa própria. Trata-se da casa pré-moldada, uma ideia que há anos já é executada na região sul do país e que pode viabilizar moradias mais baratas em Palmas e região. Os valores são a partir de R$ 830,00 o m².

A empresa responsável pelos projetos em Palmas, Nossa Casa Pré-Moldada, tem uma série de modelos prontos, com tamanhos variando entre 42m² (modelo popular com dois quartos, sala, cozinha e banheiro) e 79m² (três quartos, banheiro, sala, cozinha, área de serviço e garagem). “O diferencial nesse tipo de projeto é que o custo é reduzido em até 30% em relação a um modelo de casa convencional”, disse Iranilson Mota, da Nossa Casa.

O tempo de entrega de uma moradia pronta nesse tipo de projeto também é menor, levando-se em conta que as partes são pré-fabricadas e chegam ao quintal apenas para serem montadas. “Uma casa de 79 m² fica pronta em 60 dias”, garante Iranilson, acrescentando que todo o kit da casa pré-moldada pode ser adquirido como material de construção via Programa Construcard, da Caixa Econômica, e ser pago em até 96 parcelas.

Há ainda a possibilidade de a moradia ser financiada pelo Programa Minha Casa, Minha Vida, do governo Federal. “A pessoa que tem renda familiar de até R$ 1200,00 por mês, pode obter um empréstimo de até R$ 70 mil do Minha Casa Minha Vida. Esse valor se enquadra ao valor de uma dessas casas e as parcelas vão variar entre R$ 320,00 e R$ 400,00 por mês”, explicou Mota.

Colunas pré-fabricadas ficam evidentes, mas detalhes podem valorizar o projeto

Colunas pré-fabricadas ficam evidentes, mas detalhes podem valorizar o projeto

Inovador

De olho no aspecto inovador do projeto, a corretora imobiliária Regiane Cardoso da Silva Aquino, afirmou que passa a relacionar as casas na parte de negociações de vendas e financiamentos de sua empresa. Regiane argumenta que a ideia já ganhou certa propaganda em Palmas e por isso acredita no amadurecimento da ideia como negócio viável. “Nas grandes capitais e em outras cidades onde há pouco espaço, ele [o projeto] é mais comum. Numa cidade como Palmas é inovador, cabe no bolso de muita gente e precisa ser levado em conta o fato dele poder ser adquirido via financiamento”, frisou.

Regiane Aquino também atua como Correspondente Bancária da Caixa e o fato gera boa expectativa para futuros negócios. “Um trabalho de marketing já foi realizado em Palmas e isso gera boa expectativa”, afirmou a corretora.

Etapas

Iranilson: custo é reduzido em até 30%

Iranilson: custo é reduzido em até 30%

A empresa Nossa Casa Pré-Moldada revelou que atua em parceria com a Durax, fornecendo as telhas de concreto, e com a Gurufer, na parte de ferragem para cobertura e com a Fabiano Pisos no fornecimento de pisos e revestimentos cerâmicos. Como a pessoa interessada na aquisição pode escolher as medidas, as colunas e as placas já saem das indústrias personalizadas.

Iranilson Mota explicou que o clima em Palmas favoreceu a realização de algumas mudanças, nas medidas das janelas e da altura das casas. “Como aqui é um pouco mais quente, optamos por janelas com largura a partir de 1,50 metros e altura das colunas de 2,90 metros”, informou.

O proprietário pode influenciar também na qualidade do acabamento da casa, porém, os valores podem ser alterados de acordo com os materiais a serem utilizados. “Ele [o proprietário] pode contratar tudo de uma vez ou, após a estrutura montada, concluir conforme o gosto. Mas os valores serão diferenciados também”, ressaltou Mota.

A arquiteta Joseísa Furtado destaca a iniciativa e orienta para cuidados com conforto térmico

A arquiteta Joseísa Furtado destaca a iniciativa e orienta para cuidados com conforto térmico

Cuidados

A arquiteta Joseísa Furtado, que assina uma série de projetos em Palmas, inclusive um que substitui o tijolo pelo uso de isopor na construção de residências, afirmou que a ideia é válida. Porém, listou alguns cuidados que precisam ser levados em conta. “Sendo para Palmas, não há como ignorar o fator climático e por isso deve-se ter cuidado com o tipo de material utilizado no projeto. Até a cor pode influenciar na temperatura”, disse.

Joseísa ressaltou que a escolha da posição da casa em relação ao sol também contribui com o conforto térmico. “A partir desse passo, pode-se então ver aonde vão ficar os quartos e a varanda, pois dependendo do horário, o uso dessas acomodações fica praticamente comprometido”, orientou.

A arquiteta ainda frisou que, por tradição, muitas pessoas têm medo de trocar o velho tijolinho por ideias inovadoras, mas lembrou que as novas tecnologias na área da construção têm gerado excelentes resultados. “Vale a pena apostar, desde que os cuidados citados sejam considerados”, concluiu.

Procedimento

Planta baixa de modelo com três quartos, sala de estar e cozinha (70m²)

Planta baixa de modelo com três quartos, sala de estar e cozinha (70m²)

Utilizando pouca mão de obra no processo de construção e sem a necessidade de profissionais especializados, a casa pré-moldada utiliza placas de concreto armado com espessura de 30 milímetros. Cada uma delas é encaixada entre colunas, que também são pré-moldadas e devem ser fixadas a 60 centímetros de profundidade.

Segundo o projeto da Nossa Casa, a instalação elétrica deve ser feita pelo interior das colunas, em dutos condutores. Já a parte hidráulica apresenta um detalhe que pode ser uma desvantagem: ela é fixada de forma aparente, ou seja, sempre estará a mostra.

 

Fonte: Mãos a Obra Tocantins

TINTAS: VOCÊ SABE A DIFERENÇA ENTRE ELAS?

Eu sou super a favor de mudar a decoração da casa de acordo com o nosso estado de espírito. Afinal, esse é o único lugar O da vida que deve ficar e-xa-ta-men-te como nós queremos para nos sentirmos bem, confortáveis e à vontade. Por isso, se a parede branca, o hack preto ou a cômoda “begecordeburroquandofoge” estão te incomodando, lembre-se: todos eles podem se transformar em novos se apenas adicionarmos uma nova cor.

E é geralmente aí que o bicho pega. A tinta.

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Quando você vai atrás de tinta, encontra uma infinidade de opções, texturas e funcionalidades. É tanta coisa, tanta variedade que nos deixa loucos. Se você não tem uma noção das diferenças entre os grupos, acaba usando um único critério: a cor. Uma vez, fiquei horas pra escolher uma tinta para a parede do meu antigo apartamento, até que um atendente da Leroy Merlin me abordou e me disse: não existe uma tinta híbrida para todas as aplicações, tem que levar em consideração a superfície e o local onde ela vai ser aplicada. Lembro que olhei pra ele com uma cara de pelamor de Deus me ajuda. E assim, ele me deu uma dica básica: ler e interpretar os rótulos dos produtos.

Então hoje, vou fazer a atendente de loja de tintas e passar algumas dicas pra vocês. Se arrumar aquele móvel antigo está nos planos, leve em conta essas indicações:

LATEX

É a mais comum delas. Por ter uma base solúvel em água, ela seca rápido e tem odor mínimo. O tipo látex PVA, por exemplo, é o mais indicado para o interior da casa e pode ser limpo apenas com um pano úmido. Não é recomendada para áreas externas, nem superfícies molhadas ou que podem receber água.

ACRILICA

É parecida com a látex porque também é solúvel em água e seca rápido. A diferença está na composição do produto: como contém resinas acrílicas, dá alta impermeabilidade e, por isso, pode ser indicada para pinturas externas, além de superfícies na cozinha, banheiro e área de serviço. Outra diferença (além do preço, ela é mais cara) é na hora da limpeza: enquanto a látex deve ser limpa com pano úmido, a acrílica permite ser lavada em água abundante.

ESMALTE

É boa para ser aplicada em ferro e madeira porque não é à base de água e sim de óleo. Portanto, se o seu objetivo é reformar aquela cadeira de madeira, por exemplo, é a mais indicada de todas. Já para as paredes, não contem com ela. O preço é mais alto que as demais.

EPOXI

São ideais para pinturas em áreas de inundação, como por exemplo, piscinas. Como o manuseio dela é muito específico, é sempre bom contar com um profissional para dar aquela ajuda amiga e evitar problemas futuros. Para a parte interna da casa, é indicada para box do banheiro e área de serviço.

VERNIZ

Uma vez aplicado o verniz, ele forma uma camada protetora sólida e fina que protege a área. É indicada para finalizar a reforma em superfícies de madeira e ferro, por exemplo.

O BRILHO: FOSCO, SEMIBRILHO OU ACETINADO?

Fosco: atualmente pode ser encontrado nas tintas látex e acrílica. Esconde bem as imperfeições da superfície, dá aspecto aveludado, mas é bem chatinho na hora de limpar.

Semibrilho: é indicado para superfícies bem lisas, sem ondulações, pois ele costuma deixar evidente as imperfeições. É o tipo de acabamento que proporciona mais brilho e reflexo.

Acetinado: tem brilho intermediário em relação ao fosco e o semibrilho. Esse tipo de acabamento dá um toque de seda à parede, esconde um pouquinho as imperfeições e são recomendados para cores claras.

Dicas anotadas? :)

Fonte: ApartamentoTerapia

Acessibilidade dentro de casa

Nada melhor do que chegar em casa e poder desfrutar de conforto e liberdade. A habitação é um ambiente particular, onde cada um impõe suas necessidades e busca sua identidade. Esse é um direito de todos, inclusive daqueles que vivem em cadeiras de rodas.

Segundo estatísticas do IBGE, no Brasil, existem mais de 9.300 cadeirantes e, mesmo assim, ainda é muito difícil encontrar lugares adaptados ou próprios para essas pessoas. “Passei cinco anos procurando um lugar para morar que tivesse o mínimo de acessibilidade, com rampas e um bom espaço externo”, diz a vereadora de São Paulo Mara Gabrilli, que ficou tetraplégica após um acidente de carro, em 1994.

Tornar a residência acessível é dar possibilidade e condição de acesso, circulação, aproximação e alcance a um usuário de cadeira de rodas. De acordo com a doutora em arquitetura inclusiva e diretora-presidente do Instituto Brasil Acessível, Sandra Perito, é a junção desses elementos que torna a residência um lugar seguro, confortável e apto a um cadeirante.

Facilite o acesso

Oferecer condição de acesso é eliminar qualquer desnível que possa existir no decorrer no percurso. “Todo piso deve ter superfície regular, firme, estável, antiderrapante e que não provoque trepidações”, afirma a arquiteta Karla Cunha. Além disso, é importante que os capachos sejam embutidos no piso e os tapetes ou forrações tenham suas bordas firmemente fixadas. Caso contrário, simplesmente elimine esses objetos.

Libere a circulação

Outra condição muito importante ao cadeirante é a circulação. “A idéia principal de adaptar um lugar é dar total independência ao morador deste local, dar espaço suficiente para que ele consiga se movimentar o máximo possível, diz Sandra.

No caso dos usuários de cadeiras de rodas, uma das recomendações mais importante dentro de um lar é que ele tenha uma área de giro de 360º para se mover com total liberdade e autonomia. “Gosto de ser livre, de me movimentar. A pior coisa é ter que chegar em casa, depois de um dia inteiro de trabalho e ficar fazendo manobras para entrar nos lugares”, afirma Mara.

Segundo a arquiteta especializada em acessibilidade, Thais Frota não é necessário um lugar imenso para que o cadeirante tenha liberdade e sim, que o espaço, seja bem projetado com todas as devidas recomendações.

Aumente os espaços

“As portas precisam ter no mínimo 80 cm de vão livre, os corredores, 1,20 m de comprimento e, no caso de prédios, os elevadores têm que medir 80 cm de largura x 1,20 m de comprimento”, explica Thais. Além disso, recomenda-se colocar bancos fixos e barras de sustentação dentro dos boxes do banheiro para facilitar o banho dos cadeirantes. 

As barras de sustentação, que também são colocadas ao lado do vaso sanitário devem ter 70 cm de comprimento e precisam estar a 75 cm do chão. “No boxe é correto colocar duas barras de apoio, uma na vertical e outra na horizontal e no vaso sanitário uma de cada lado”, afirma Thais. 

Apesar de serem medidas maiores que o normal, como no caso das portas, corredores e elevadores, a vereadora Mara Gabrilli garante que existem alternativas que equilibram esse espaço e não atrapalham os usuários de cadeiras de rodas, como utilizar portas de correr e tirar as paredes da residência. “Meu quarto e banheiro são unidos. Isso facilitou muito o deslocamento e trouxe conforto”, relata Mara.

Garanta a aproximação

A aproximação é a terceira condição para que o cadeirante sinta-se a vontade em sua própria residência. “O mais importante é retirar todos os gabinetes e colunas sob os lavatórios, pois o usuário de cadeira de rodas precisa do espaço inferior livre para que a cadeira e suas pernas possam se adequar ao ambiente”, afirma Thais.

O portador da cadeira de rodas necessita poder alcançar peças e objetos para realizar todas as suas atividades. Neste caso é preciso prestar atenção quanto à altura e distância de torneiras, janelas, espelhos, mesas e interruptores. 

Segundo Sandra Perito, para maior conforto do cadeirante é recomendado colocar as torneiras ao lado da pia. Além disso, as janelas têm que ser baixas (80 cm) para facilitar a visualização de fora e os interruptores adaptados ao alcance de todos, sejam cadeirantes ou não. Nos espelhos recomenda-se uma inclinação de 10º para frente.

Conforto individual

Apesar de todas essas recomendações em medidas, quando se fala em residências particulares adaptadas não existe um tamanho padrão e sim medidas individuais. “Estamos sempre nos baseando na norma da ABNT NBR 9050 (Associação Brasileira de Normas Técnicas), de 2004, mas quando adaptamos residências particulares, o importante é verificar a necessidade e medidas específicas de cada pessoa”, afirma Thais. 

“No início, uma das coisas que eu menos gostava era tomar banho sentada no banco dentro do chuveiro. Depois que eu descobri a banheira, minha vida mudou. Com o tempo, dentro do novo lar, a pessoa descobre suas necessidades e procura adaptá-las”, diz Mara. 

Mesmo assim, segundo Karla, nas áreas comuns, como entradas de prédios, jardins e áreas de lazer, essas adaptações padrões são obrigatórias e devem ser cobradas por todos, principalmente pelo responsável do condomínio ou prédio.

Acessibilidade também nas áreas comuns

“Aqui no prédio, nós modificamos a calçada da frente e colocamos um elevador para acessar a piscina interna, pois antes só tinha escadas”, diz Lucas Alvarez, arquiteto e síndico do prédio da vereadora Mara Gabrilli.

Sob sua orientação também foi instalado piso antiderrapante sem desníveis na calçada da frente e na área de circulação interna do edifício. “Temos que transformar a realidade para que se tenha mais opções de moradias para usuários de cadeiras de rodas no Brasil”, finaliza.

Fonte: Ig

 

Saiba como cuidar bem das plantas em casa, mesmo sem ter tempo.

Ter pouco tempo não é motivo para deixar de ter plantas em casa. Há espécies que não exigem tanta atenção, mas dão vida, literalmente, aos cômodos. “Planta de vaso não dá trabalho, desde que seja escolhida corretamente”, resume o engenheiro agrônomo e paisagista Maier Gilbert, da Maier Gilbert e Alexandre Braga Paisagismo, de São Paulo.

Para o interior da casa, uma opção são os cactos ou as suculentas – bonitos, podem ter flores e não precisam ser regados diariamente. “Nem todo mundo gosta de cacto, ele tem espinhos. Há plantas que resistem mais tempo sem ter que regar todos os dias, como fícus, azaleia, forração ou flor canhota”, explica a paisagista Ivani Kubo.

É preciso pensar também na iluminação a que essa planta é exposta dentro de casa. Existem espécies que não necessitam de tanta luz, como zamiocuca, chamaedorea, filodentros, ráfis e pacová. Para lugares iluminados, o ideal é investir em espécies como pata de elefante e pleomele.

Já no lado de fora da casa, para poupar tempo na manutenção, não tenha pressa em escolher a espécie que se adapta melhor a seu dia a dia. De nada adianta plantar uma roseira, que é sensível e está mais suscetível a pragas e doenças, se não conseguirá cuidar dela, fazer a poda e aplicar o produto necessário caso ela fique doente. Melhor mesmo é apostar em espécies mais rústicas, como fênix, cica e tumbérgia, que não demandam tantos cuidados.

É necessário ter os cuidados básicos, tanto para as espécies externas, quanto para as internas. Os principais estão relacionados à rega. O vaso em que as plantas ficam tem que ser furado na parte inferior para que a água não escorra. Para não favorecer o criadouro de mosquitos como os da dengue, usa-se um pratinho com areia para absorver a água.

Tudo pronto? Hora de pensar em um dos fatores que mais matam plantas, o excesso de água. “A rega de qualquer planta depende da evaporação da água. Se o líquido ainda não evaporou, não precisa regar. Planta de vaso morre mais por excesso de água que por falta dela. A pessoa fica preocupada em regar sempre, até quando não precisa. O teste tem que ser feito com o dedo. Se você o coloca no vaso e ele volta com terra grudada, tudo bem, quer dizer que o solo está úmido. Se ele volta seco, está na hora de regar”, explica Gilbert.

Quando se tem um jardim, os cuidados básicos envolvem limpar o mato que cresce entra as plantas e acertar a rega de acordo com a chuva. Em temporadas com dias muito quentes, Maier recomenda rega diária. Para dias mais frescos, o jardim pede água dia sim, dia não. E em épocas chuvosas é possível passar três dias sem regar. De qualquer forma, é necessário chamar o jardineiro uma vez por mês. “Às vezes a gente procura simplificar muita coisa, mas não é assim. O jardineiro é um profissional que deveria existir cada vez mais”, defende Ivani. Ele vai realizar algumas tarefas mais rapidamente, como aparar a grama. Mas se jardinagem realmente é algo que te atrai, vale dedicar um final de semana por mês para fazer as tarefas mais trabalhosas, como podas e controles de pragas.

Fonte:Imobiliaria Coliseu